1 Vem da estirpe do pó, pós - o (.....)
2 surge do apêgo em apêgo à um (.....),
3 é entrada franca da (....)
4 no lado oculto do(.....) ,
5 é vaga memória antepassada do(....),
6 é vida cotidiana que não desvenda um (.....)
7 O lírio esplendor de todos (.....)
8 são arpejos entre(....),
9 à (....)
10 transparente das verdades da(....)
11 quebram as frágeis vidraças das(....),
12 seguem-se .....
13 e assim se finda o poeta e assim nos alimenta os elementares(....)
14 a decobrir nossos próprios (.....)
15 e desvendar tantos outros (.....)
1 medo
2 único desejo
3 face
4 beijo
5 erro
6 único segredo
7 os desejos
8 os dedos
9 harmonia cristalina
10 alma
11 aparências
12 as palmas
13 alimentos
14 mistérios
15 segredos
quarta-feira, 6 de julho de 2011
A INSÔNIA E MEU JARDIM
QUE DISTÂNCIA, TÃO GARRIDA DAS FINAS FARSAS
ESTAMPAS FARPAS SOLTAS SOBRE MIM
ELA ME CHAMA PARA FUMAR UM CIGARRO LA FORA
E IMPLORA A TOMAR UM CAFÉ NO JARDIM
DE REPENTE A CONSCIÊNCIA PESA,
VEM COMO UM MORCEGO
E POUSA SOBRE MIM.
SOMBRIA CHEGA SEM BATER NA PORTA
VOANDO EM MINHAS COSTAS E ME FAZ IGNORAR
MAIS UM VEZ MEU JASMIM,
ME DESESPERO MAIS UMA VEZ COM SUA AFLIÇÃO
E VONTADE DE ME AGREDIR ,
QUERENDO MEU SANGUE E ME BANIR,
SE FOSSE UM VAMPIRO
NÃO SÓ ME BEBERIA COMO PODERIA ME ENGOLIR.
O QUE FAÇO EU AQUI ?
MAIS UMA VEZ NESSAS NOITES
QUE PARECEM NÃO TER FIM,
PENSO, QUE SE NÃO FOSSE ESSE JARDIM
NÃO HAVERIA JASMIM NEM FLORES DE CETIM
MAS PARA VER TAL PARAÍSO TENHO QUE VIR ATÉ AQUI,
AO CONVITE NÃO DAS FLORES DO MEU JARDIM
NEM DO MEU IGNORADO JASMIM
MAS DA INSÔNIA QUE ONTEM SÓ PERGUNTOU POR MIM
( ANDERSON D.)
ESTAMPAS FARPAS SOLTAS SOBRE MIM
ELA ME CHAMA PARA FUMAR UM CIGARRO LA FORA
E IMPLORA A TOMAR UM CAFÉ NO JARDIM
DE REPENTE A CONSCIÊNCIA PESA,
VEM COMO UM MORCEGO
E POUSA SOBRE MIM.
SOMBRIA CHEGA SEM BATER NA PORTA
VOANDO EM MINHAS COSTAS E ME FAZ IGNORAR
MAIS UM VEZ MEU JASMIM,
ME DESESPERO MAIS UMA VEZ COM SUA AFLIÇÃO
E VONTADE DE ME AGREDIR ,
QUERENDO MEU SANGUE E ME BANIR,
SE FOSSE UM VAMPIRO
NÃO SÓ ME BEBERIA COMO PODERIA ME ENGOLIR.
O QUE FAÇO EU AQUI ?
MAIS UMA VEZ NESSAS NOITES
QUE PARECEM NÃO TER FIM,
PENSO, QUE SE NÃO FOSSE ESSE JARDIM
NÃO HAVERIA JASMIM NEM FLORES DE CETIM
MAS PARA VER TAL PARAÍSO TENHO QUE VIR ATÉ AQUI,
AO CONVITE NÃO DAS FLORES DO MEU JARDIM
NEM DO MEU IGNORADO JASMIM
MAS DA INSÔNIA QUE ONTEM SÓ PERGUNTOU POR MIM
( ANDERSON D.)
quinta-feira, 2 de junho de 2011
DESENCANTO

Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca,
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
Eu faço versos como quem morre.
( Manuel Bandeira )
VERBALOGIA POETA

O POETA NÃO TEM UM OBJETIVO,
O POETA TEM VÁRIOS OBJETIVOS.
O POETA NÃO É OBJETO, É MOTIVO
DIRETO E INDIRETO E ALGUNS ADJETIVOS.
EU NÃO SOU POETA!
O POETA DANÇA COM O PERIGO
COSPE FOGO NO UMBIGO
RASGA VERSOS DE AMOR
RASGANDO O AMOR EM VERSOS
ESCREVE POEMAS TRISTES
RETIRADO DO FELIZ UNIVERSO
DESCREVE POEMAS ALEGRES
BEM COLOCADOS NO SEU INFELIZ INVERSO.
REVEZANDO EM SEU RESERVADO REVERSO
MUDA A COR DA FANTASIA,
ELEVA A FLOR DA POESIA,
SEM ESQUECER DA PUREZA
DE NASCER E A DUREZA
DE MORRER TODOS OS DIAS
NA ETERNA DICOTOMIA
VIDA E MORTE
NOITE E DIA
FEIO E BELO
FOGO E ÁGUA
CÉU E BRASA
DESEQUILÍBRIO
E HARMONIA
EU NÃO SOU POETA!
DE NOITE A INSPIRAÇÃO,
DA A TRAGETÓRIA PARA GRANDE MAIORIA.
DE TARDE A TRAGETÓRIA É A BUSCA
DA INSPIRAÇÃO PARA OS MENORES
SEM A GLÓRIA DA VERBALOGIA.
UM DIA EU SOU POETA!
CONCORRE AO SEU TROFÉU
DA LOUCURA, QUE NUNCA CHEGA,
QUE NÃO EXISTE, QUE NUNCA DURA.
UM DIA EU SOU POETA!
O MAIOR PRÊMIO DO POETA
É SUA CRIAÇÃO, A MAIOR CRIAÇÃO
É SUA CANDURA, SUA MAIOR CURA
É MANTER SUA SANIDADE
POETISANDO SUA LOUCURA.
PERANTE AS MALDADES
QUE O MUNDO ALCANÇA,
SUA MENTE SÓ DESCANÇA
QUANDO RELATA QUE
AINDA A ESPERANÇA E
QUE AINDA EXISTE CRIANÇA.
UM DIA EU FUI POETA!
NO FUNDO A LUTA DO POETA
É UMA LUTA BRUTA, QUERENDO
QUE MUNDO FIQUE MENOS POBRE,
MAIS NOBRE E NUNCA MAIS RASGUE
SEUS VERSOS SUAS PALAVRAS E
OS JOGUE EM QUALQUER GRUTA.
TEM PESSOAS QUE ESCUTAM
AS BELAS PALVRAS DO POETA
E AS DEIXAM PASSAR, O INJUSTO
OUVIDO DESPERCEBIDO DE BELEZA
TEM PESSOAS QUE LEÊM
AS SUAS FEIAS PALAVRAS
E NÃO AS DEIXAM FICAR,
O INJUSTO PERCEBIDO
DA INCERTEZA.
ESSE É SEU MAIOR OBJETIVO
E PROEZA, MUDAR O QUE
NÃO SE PODE MUDAR,
MUDAR O QUE NUNCA SE MUDA.
UM DIA EU FUI POETA!
EU NUNCA DUVIDO,
SÓ FICO A OUVIDOS,
PENSAMENTOS E DOMÍNIOS
NÃO ESTÃO PERDIDOS.
EU MUDO E VOCÊ NÃO MUDA,
EU MUDO E VOCÊ TAMBÉM MUDO,
VOCÊ TAMBEM MUDA
O MUNDO MUDA QUANDO O AMOR
É MAIS HUMANO, QUANDO TUDO
É MAIS MODERNO NO SENTIDO
MAIS SINCERO.
ENQUANTO A FORÇA BRUTA
DO INFERNO DO PODER. SE PERDE
NA GANÂNCIA DE SÓ TER,
SEM SABER O QUE FAZER
MUITA GENTE SÓ LABUTA
E NÃO TEM O QUE COMER,
TANTA GENTE SEM TER CULPA
PAGA CARO SEM SABER,
CONTRA TAIS FILHAS DA PUTA
LUTA PRA SOBREVIVER.
NADA MUDA TUDO SE PERDE
NA POESIA DA DOR QUE O PRÓPRIO
HOMEM INVENTOU E NÃO O POETA
QUE DECLAMA A VIDA E O AMOR.
SE VOCÊ NÃO TEM VISÃO E
NÃO ABSORVEU A VERBALOGIA
POETA, TENHA CERTEZA QUE É
EXATAMENTE ISSO QUE O POETA MAIS DETESTA.
QUEM NÃO ENCHERGA NÃO CONTESTA
QUEM NÃO CONTESTA NÃO TEM SEDE
BATE COM A TESTA NA PAREDE
SE VOCÊ TEM VISÃO E ME CONTESTA,
SEU CONCEITO DO QUE PENSO
DO QUE DIGO DO QUE SINTO
DO QUE SIGO ME TORNA MAIS VIVO,
ESTAR VIVO É SÓ O QUE ME RESTA.
POR QUE EU EXISTO E COM CERTEZA
A VERBALOGIA ME DESPERTA
QUEM DERA EU NÃO FOSSE TÃO POETA
(ANDERSON D.)
FÉ FORÇA E FACÃO
A lágrima do povo que cai ( ai ai meu pai )
desliza sobre o chão ( fé força e facão )
facão que rasga a cortina cortando o vento sem feri retina
reata o tempo retalha ferina o coração do cantador,
faz até brotar na pedra bruta a flor do sertão.
As vezes sou herói
as vezes sou ladrão
as vezes sou o pai
as vezes sou nação
o teto é de palha a casa de barro
na mesa tem terço vinho e pão
Chão, poeira liberdade todo canto da cidade sede a imaginação.
São, tão poucos movimentos que fazem arder por dentro
feito fogueira de são João. Então acende o lampião, dança capoeira
o candieiro dentro da gente toca fogo no celeiro,
tente, Que ninguém aqui é inocente e canta o galo e dança a serpente.
O mesmo dinheiro que compra o pão tambem compra gente
chão tão forte e fértil
frágil mais feroz,
do céu chuver a saudade que paira sobre nós,
faz a luz da certeza chorar
poeira pairando perdida no ar
ninguém pode pegar
pq ninguém pode notar
pensamentos jogado ao vento
feito de lâmina e sentimento
arregado de cada momento
corta ferro corta até cimento.
É fogo de rapina rapousa roubando as uvas
olhos de menina cristalina fermentina
é Firmino afirmano firmimente, o firmamento que apura no momento
que a matéria prima feminina é serpentina
olha o cometa comente o crime mas n cometa
olha os cometa comenta Maria antonieta
olha as memória comenta o caminho João da glória
( Anderson D. )
desliza sobre o chão ( fé força e facão )
facão que rasga a cortina cortando o vento sem feri retina
reata o tempo retalha ferina o coração do cantador,
faz até brotar na pedra bruta a flor do sertão.
As vezes sou herói
as vezes sou ladrão
as vezes sou o pai
as vezes sou nação
o teto é de palha a casa de barro
na mesa tem terço vinho e pão
Chão, poeira liberdade todo canto da cidade sede a imaginação.
São, tão poucos movimentos que fazem arder por dentro
feito fogueira de são João. Então acende o lampião, dança capoeira
o candieiro dentro da gente toca fogo no celeiro,
tente, Que ninguém aqui é inocente e canta o galo e dança a serpente.
O mesmo dinheiro que compra o pão tambem compra gente
chão tão forte e fértil
frágil mais feroz,
do céu chuver a saudade que paira sobre nós,
faz a luz da certeza chorar
poeira pairando perdida no ar
ninguém pode pegar
pq ninguém pode notar
pensamentos jogado ao vento
feito de lâmina e sentimento
arregado de cada momento
corta ferro corta até cimento.
É fogo de rapina rapousa roubando as uvas
olhos de menina cristalina fermentina
é Firmino afirmano firmimente, o firmamento que apura no momento
que a matéria prima feminina é serpentina
olha o cometa comente o crime mas n cometa
olha os cometa comenta Maria antonieta
olha as memória comenta o caminho João da glória
( Anderson D. )
segunda-feira, 30 de maio de 2011
BIG BANG DO AMANHECER
Transparência limiar das grades do ser,
TRAGA-ME uma taça de loucura pra beber,
Sexo ou qualquer prazer
Com um pouco de absinto que
não me deixe entristecer.
NESTA NOITE DE SOLIDÃO
QUEM SABE EU DIGA COM EXATIDÃO
QUE O QUE SINTO NÃO É SOLIDÃO
Faça-me engrandecer agradecer
A grade desfazer, fazer desaparecer
Surgir distante dentro de mim um novo
Big bang do amanhecer
TRAGA-ME uma taça de loucura pra beber,
Sexo ou qualquer prazer
Com um pouco de absinto que
não me deixe entristecer.
NESTA NOITE DE SOLIDÃO
QUEM SABE EU DIGA COM EXATIDÃO
QUE O QUE SINTO NÃO É SOLIDÃO
Faça-me engrandecer agradecer
A grade desfazer, fazer desaparecer
Surgir distante dentro de mim um novo
Big bang do amanhecer
quinta-feira, 26 de maio de 2011
LUA ILUMATE

Que passe a primavera,
E nada de quimera, que dera,
Quem déra me déra.
Me Dara ou não Dara?
este teu olhar. Oh! lua, teu olhar,
brilhante e suspenso no ar.
Penso e passo a estar,
em seu lugar.
Olhar iluminate, que luz, que mate
a escuridão com teu clarão em clare arte
iluminar te, ilumina a alma
ilumina a arte.
Iluminate toda mata
toda pedra toda parte.
em cada par, em cada puta
em cada porto e cada parto
em cada Bar, em cada dor
em cada barca e cada barco,
em cada beco em cada boca
cada flor
e cada quarto
Cada lar é teu lar
seja na terra ou no mar.
olhar suspenso é o meu, olhar
a te, ao teu olhar
logo penso: é tão curto tempo
tão longo os passos
e logo peço e na calma passo
logo posso, passo a cada passo
posso estar em teu lugar
clareando céu e mar
iluminando todo espaço
lua iluminate
ilumina a madrugada
ilumina namorada
picadeiro arquibancada
a noite é e sempre foi
a sua jornada sua morada
"foi" e "onde"
é a tua ida e tua chegada.
em tu nada tem fim tudo é eterno
Que venha mais uma vez
que passe o inverno
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